O Fruto do Espírito

João Barreto Jr.

John R. W. Stott em seu livro Batismo e Plenitude do Espírito Santo, divide o fruto do Espírito e três tríades, que retratam o nosso relacionamento primeiramente com Deus, depois com outras pessoas e, por último, conosco mesmos. Ele escreve que amor, alegria e paz são as principais características de um cristão cheio do Espírito, pois tudo o que ele faz é concebido com amor, iniciado com alegria e executado com paz.


Stott continua declarando o seguinte: “Temos aqui a paciência que suporta grosseria e insensibilidade dos outros e se recusa a se vingar; a gentileza que vai além da tolerância negativa de não desejar o mal para ninguém, passando para a benevolência de desejar o bem a todos; e a bondade que transforma o desejo em atos, e toma a iniciativa de servir as pessoas de maneira concreta e construtiva. Não é difícil ver ‘paciência, ternura e bondade’ como três degraus ascendentes em nossa atitude para com os outros”.


No que se refere ao nosso relacionamento conosco mesmos ele diz: “A palavra fidelidade é a mesma que é geralmente traduzida por ‘fé’, porém aqui não parece significar a fé que confia em Cristo ou em outras pessoas, mas a confiabilidade que convida outras pessoas a confiarem em nós. É a fidelidade provada, a dignidade sólida de alguém que sempre cumpre suas promessas e termina o que começa. Mansidão não é uma qualidade de pessoas meigas e fracas, mas de pessoas fortes e dinâmicas, que mantêm sua força e energia sob controle. Domínio próprio é o senhorio sobre a língua, os pensamentos, os apetites e as paixões".


Como vivenciar essa realidade? Só existe uma maneira, andando em espírito, ou seja, andando em obediência a Deus e sua Palavra.

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